Fundamentos
O que é Mercado Livre de Energia?
Entenda o ACL, quem participa e o que muda para a empresa.
Publicado em 25 de setembro de 2026 · Atualizado em 12 de outubro de 2026
Como esse ambiente funciona
A compra de energia é negociada separadamente do uso da rede. A distribuidora local continua responsável pela entrega física, medição e qualidade do fornecimento.
O que pode ser negociado
Preço, prazo, volume, flexibilidade e fonte podem fazer parte do contrato. Cada proposta precisa ser comparada com o perfil real de consumo e os riscos assumidos.
Quem participa
Consumidores elegíveis, comercializadores, geradores, distribuidoras e a CCEE têm papéis distintos. Empresas do Grupo A podem avaliar a migração desde janeiro de 2024. Como indicador de adoção no Brasil, o Anuário Estatístico de Energia Elétrica 2026 da EPE informa que o mercado livre respondeu por 44,8% do consumo nacional de energia elétrica em 2025 (253,7 TWh). A CCEE concluiu 4.827 migrações de consumidores entre janeiro e março de 2026. Os dados retratam períodos e indicadores diferentes: não medem pesquisas no Google nem garantem economia para uma empresa.
Perguntas frequentes
Toda empresa pode migrar?
Não. É preciso verificar a classificação tarifária, a tensão de atendimento e as regras vigentes.
A distribuidora muda?
Não. A distribuidora continua responsável pela rede e entrega física.
A economia é garantida?
Não. O resultado depende do consumo, contratos, mercado e condições comerciais.
Fontes consultadas
- MME — Portaria nº 50/2022
- ANEEL — Ambiente de Contratação Livre
- CCEE — Consumidor Livre
- EPE — Anuário Estatístico de Energia Elétrica 2026 (dados de 2025)
- CCEE — Migrações no primeiro trimestre de 2026 (11/05/2026)
Regras e condições devem ser confirmadas na data da análise.
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